01 julho, 2011

Narrativa Visual.



Esse é um pequeno video feito no Movie Maker de 39segundos, esse foi o 3º de outras duas tentativas frustradas.No video utilizei imagens em movimento e três estaticas, com micro trecho de uma musica da Byork Teve um efeito um na imagem em movimento que foi pra ficar meio sombrio. A intenção não sei se ficou clara, mas é de da a ideia de caça. Espero que tenha atentido a expectativa.
Muito grata.

09 maio, 2011

Real e Virtual

Muitas pessoas vivem no "mundo virtual", mas o que seria virtual? Aquilo que não é físico ou concreto?  E quem define ou o que define isso?

O virtual muitas vezes pode ser mais real do que a própria realidade, e para muitas pessoas tem sido uma válvula de escape, nas questões de relacionamento. Podemos ser sempre felizes e bonitos (e falsos claro!) sem que ninguém sabia como realmente estamos. Fazer amigos ficou mais fácil e rápido Será que o "mundo real" ficou tão chato assim??
Eu ainda prefiro e gosto mais do nosso velho "mundo real", cheio de defeitos e com manhãs cinzas que podem se tornar ensolaradas com o passar das horas e ao anoitecer ter um céu estrelado.

Sem desmerecer os avanços tecnológicos que também facilitam o nosso progresso em vários campos da ciência. Mas me parece que cada vez mais a linha fica cada vez mais tênue entre o real e o virtual para as pessoas, que utilizam tais ferramentas apenas de forma supérflua.

Mas segundo Pierre Lévy, que é um filósofo que se ocupava em estudar a sociedade e a internet, define assim:"o virtual não se opõe ao real, mas sim ao atual Contrariamente ao possível, estático e já constituído, o virtual é como o complexo problemático, o nó de tendências ou de forças que acompanha uma situação, um acontecimento, um objeto ou uma entidade qualquer, e que chama um processo de resolução: a atualização" (LÉVY, 1996, p.16)

Como as redes sociais estão "bombando", achei um novo ditado que está circulando na "rede" que define bem o comportamento das pessoas nesse meio virtual: "Ninguém é tão feio como na identidade, tão bonito como no Orkut, tão feliz quanto no Facebook, tão simpático como no Twitter e nem tão bom quanto no Curriculum Vitae." (Autor desconhecido)



Sim!!! Eu sempre me lembro do filme Matrix quando se fala de virtual. Vou concluir este post com uma citação do filme que acho (por isso posso estar enganada) que tem tudo a ver com o que escrevi.
"Você tem de ver por si mesmo. Esta é sua última chance. Depois não há como voltar. Se tomar a pílula azul, a história acaba, e você acordará na sua cama acreditando no que quiser acreditar. Se tomar a pílula vermelha, ficará no País das Maravilhas e eu te mostrarei até onde vai a toca do coelho".


08 maio, 2011

Formação

Segundo alguns dicionários a palavra Formação defini-se em: ato, efeito ou modo de formar, construir,modo por que se constitui uma mentalidade, um caráter.

“Creio que a formação do indivíduo é contínua e interrupta.”

Sou estudante de licenciatura em Artes Visuais, os caminhos que me levaram a procurar essa formação acadêmica talvez (ou quase certeza), venha de um movimento sutil ainda de “berço”. O Convívio com pessoas que fazem práticas artísticas, dentre elas, pai, mãe, padrasto, irmão e outros, no entanto nunca havia me passado pela cabeça trilhar o mesmo caminho, pois eu “não sabia” desenhar, na verdade eu tinha vergonha, afinal todos eram muito bons, e com isso, não me arriscava a preencher aquele espaço vazio do papel, me sentia coagida e com medo de uma possível rejeição.

A verdade é que quando fui realmente pegar em um lápis para desenhar, uns quatro meses antes da prova de aptidão do vestibular. Lembro-me do quanto eu chorei após a prova. Claro, eu tinha certeza que não havia conseguido! Mas ao ser publicada a classificação dos aprovados no curso, a minha surpresa ao ver que havia conseguido e com uma classificação de 5º lugar. Usando de, Wolney Fernandes de Oliveira, autor do texto: DE CIMA DO PÉ DE FLAMBOYANT PARA A UNIVERSIDADE. Dos absurdos de quem mais aprende do que ensina, no início sentia e pensava como se “O que se repetia pelos corredores da faculdade era: “Eu não sei desenhar”,“Eu não preciso desenhar” ou “Eu não quero desenhar”.” Devo lhes confessar que ainda venho me libertando de tal preconceito.

E graças a essa escolha tive a oportunidade de passar um ano em Portugal, por meio de um programa de intercâmbio na universidade, uma experiência maravilhosa e rica que contribuiu para a minha formação tanto acadêmica quanto como indivíduo, e fez com que eu percebesse uma nova forma de pensar surgindo, sobre a questão das Artes Visuais em sala de aula e a postura de um professor.

Pude assistir uma nova forma de ensinar, nessa visão havia aulas ministradas em museus e galerias, sem ninguém correndo, divagando ou tentando colocar as mãos sob as obras, apenas respeito e apreço do momento ofertado.

Eu espero um dia conseguir ser uma facilitadora do conhecimento das Artes Visuais, partilhar e discorrer de experiências, pois acredito na troca como algo fundamental, para que este seja passado de forma clara e desperte cada vez mais interesse para aquisição de outros.
 Acima uma foto minha de 2008 em uma oficina de Argila na Cidade de Goiás.

31 março, 2011

Meus Primeiros Delírios

Meus primeiros delírios resumem-se em definir um pouco o que significa Delírio. Uma convicção extraordinária não suscetíveis a influência e possuem um conteúdo impossível,o delírio primário, segundo Jaspers, é a ideia delirante autêntica. É incompreensível: não pode ser seguido psicologicamente até sua origem, é algo de “último e derradeiro”. E se relaciona com uma fase de transformação de personalidade, significa o surgimento de algo novo, tal como a da largarta para a borboleta, sendo a expressão de um processo. Em suma este blog tem o intuíto de resgistrar meus pensamentos inconstantes, que fazem parte da minha transformação contínua, porém pouco linear.E por fim, mostrar um pouco do meu Eu.


Sabe aquela expressão " pinto e bordo"? Pois bem, hoje já não pinto, mas eu bordo!

Fiz este bordado junto com minha mãe em "ponto conrrentinha" . Gosto da ideia de movimento contínuo que as correntes trazem. Eis a expressão de um delírio.